Fernando Cunha: A Guitarra a Tocar

Três décadas depois de ajudar a fundar os Delfins, o músico lança um disco de reflexão com as participações especiais de Paulo Gonçalves, João Cabeleira, Tó Trips, João Alves e Mário Delgado.
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Fernando Cunha entende "A Guitarra A Tocar" como um trabalho de reflexão, de olhar para trás para a sua vida, mas também como uma oportunidade para cumprir sonhos – como sejam musicar poemas de Fernando Pessoa, poeta que tanto o inspirou e guiou, ou reunir músicos de que é admirador confesso. 


Porque é quando a guitarra toca que Fernando Cunha melhor nos diz o que lhe vai na alma e no pensamento. Trinta anos depois do arranque dos Delfins, vinte anos depois da sua estreia a solo, é com "A Guitarra A Tocar" que Fernando Cunha dá os seus próximos passos.

"A minha ideia inicial era fazer um disco instrumental que partisse de alguns dos universos mais ambientais do pós-rock e  do rock progressivo, de influências de sempre na minha vida como os Talk Talk ou Radiohead e mais recentemente Steve Wilson ou Jonathan Wilson e  juntar-lhe  um universo especifico dentro de todo o legado dos Delfins", explica o guitarrista e compositor.

Para este novo trabalho, Fernando Cunha escreveu novo material, mas também pensou em novos arranjos para temas clássicos dos Delfins que já carregavam a sua assinatura e que se encaixavam na perfeição na visão que tinha para "A Guitarra A Tocar." 

O disco com 16 faixas conta com as participações especiais de Paulo Gonçalves (Heróis do Mar), João Cabeleira (Xutos & Pontapés), Tó Trips (Dead Combo), Flak (Rádio Macau), João Alves (Peste & Sida) e Mário Delgado. 

 

 

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