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CGD: Costa "confortável" com encerramento de balcões da CGD

O primeiro-ministro diz que o Governo não interfere nas decisões de gestão da Caixa Geral de Depósitos.

20 de março de 2017 às 17:34 por Redacção

O primeiro-ministro diz que o Governo não interfere nas decisões de gestão da Caixa Geral de Depósitos (CGD).

António Costa garante que está confortável com a decisão de encerramento de balcões da CGD, caso contrário o governo não teria, diz, tomado a decisão de reestruturação.

O primeiro-ministro defendeu esta tarde que o plano de reestruturação da CGD prevê a presença do banco público em todo o país e salientou que o Governo não se substituirá à administração, colocando em causa a liberdade de gestão.

A questão do encerramento de balcões da CGD tem levantado bastante polémica. Os vários partidos, inclusive o PS através do lider parlamentar Carlos César, têm criticado a decisão.

O plano de reestruturação da instituição liderada por Paulo Macedo prevê o encerramento de 70 balcões até ao final do ano.

E até ao final de 2020 o número de encerramentos chegará aos 180.

António Costa falava aos jornalistas após ter estado reunido cerca de duas horas com representantes das ordens profissionais.


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