Vizinhos de Cima. Vamos ao teatro?

No Teatro Villaret, a partir de 11 de Outubro. Não perca.
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OS VIZINHOS DE CIMA 

 

É uma comédia que faz uma reflexão sobre a vida conjugal e a sexualidade através de dois casais que vivem no mesmo edifício. Um texto fresco e ágil no qual Cesc Gay aborda com ironia e humor temas como a convivência, a coragem, o sexo, o amor e as aparências.

Um casal convida os seus vizinhos de cima para jantarem em sua casa. À medida que noite avança o casal toma conhecimento das loucuras sexuais dos seus vizinhos, o que os leva a repensar a sua própria relação — repleta de repressões e imersa em monotonia. O confronto com a vida dos vizinhos de cima vai levá-los ao limite e fazê-los tomar algumas decisões no que diz respeito à sua relação.

Fernanda SerranoPedro LimaAna Brito e Cunha e Rui Melo dão corpo às intensas personagens de um espectáculo que o vai pôr a reflectir – e a rir!- sobre o que se passa entre quatro paredes.

OS VIZINHOS DE CIMA marcam a estreia no teatro do cineasta Cesc Gay. Estreado primeiro Barcelona, converteu-se rapidamente no grande sucesso da temporada, esgotando todas as apresentações e batendo recordes de espectadores. Chegou mais tarde a Madrid, onde registou um sucesso imediato junto da crítica e do público.

"Sem dúvida, uma das maiores e mais ambiciosas aventuras que podemos experimentar é viver em casal. Um grande desafio, cheio de adversidades e obstáculos em que a luta acontece diariamente, as trincheiras são infinitas e o consolo às feridas e arranhões sofridos é muitas vezes escasso e pouco saudável. Mesmo assim, inexplicavelmente homens e mulheres continuam a tentar. Por essa razão, estou convencido de que só com ironia e sentido de humor é possível escrever sobre essa tragédia que nos assombra desde o início dos tempos e da qual não podemos escapar. E o que é que os vizinhos de cima têm a ver com isso? Bem, eles são os culpados por estar a ler estas linhas agora. Há alguns anos atrás um casal mudou-se para o andar por cima do meu - onde vivo com a minha família. Quase de imediato começámos a ouvir ruídos estranhos, a qualquer momento ou hora do dia, sempre acompanhados de uma grande variedade de gemidos. Certamente que para mim, isto foi uma inspiração, e de forma inconsciente, acabou por dar origem ao que seria a minha primeira peça para teatro.” Cesc Gay

Ficha Artística

Texto Cesc Gay Encenação Maria Henrique Tradução Maria João Rocha Afonso Música Original Filipe Melo Cenário e Adereços Rui Filipe Lopes Figurinos Isabel Carmona Desenho de Luz Luís Duarte Produção Força de Produção

Com Ana Brito e Cunha, Fernanda Serrano, Pedro Lima e Rui Melo

 

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