Mundo da música unido por George Floyd e contra o racismo

Uma série de editoras e figuras da indústria da música vão estar em blackout amanhã numa ação de solidariedade por George Floyd e contra o racismo.
1 jun 2020
Redação
Música

 

O blackout está marcado para amanhã, dia 2 de junho. A terça-feira de "paragem" junta uma série de editoras e figuras importantes da indústria musical. A iniciativa é uma forma de mostrar solidariedade para com George Floyd e união com a comunidade afro-americana contra o racismo sistémico da sociedade norte-americana. 

O espetáculo tem de parar é o slogan da iniciativa.

"Na sequência dos eventos recentes, juntem-se a nós e a esta ação que promova responsabilidade e mudança. Como guardiões da cultura, é da nossa responsabilidade não nos juntarmos apenas nas vitórias, mas também estarmos unidos na altura de perdas. Juntem-se a nós, no dia 2 de junho. Será o dia para desconectar do trabalho e dar atenção à nossa comunidade", diz uma das mensagem publicadas nas contas oficiais das várias labels.
 
 À manifestação solidária contra o racismo juntaram-se editoras como a Warner, a Universal, a Sony, a Columbia Records, a editora britânica Dirty Hit, entre outras. 

A Columbia Records foi das primeiras editoras a reagir contra a brutalidade da morte de George Floyd, que morreu no passado dia 25 de maio às mãos da polícia, com a publicação de uma mensagem no final da semana passada. "Estamos com a comunidade negra e contra todas as formas de racismo, fanatismo e violência. Agora, mais do que nunca, devemos usar nossas vozes para falar e desafiar as injustiças que estão à nossa volta".