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Ruben Mateus
22 setembro 2021, 11:59
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Quem agora quer comprar carro arrisca-se a recebê-lo apenas em 2022

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Lusa
Ruben Mateus
22 setembro 2021, 11:59
A falta de componentes para a produção de automóveis faz o setor adiar as entregas durante meses.

A pandemia não se sente apenas nos cuidados de saúde, tendo mudado também vários setores da economia por completo.

Um desses exemplos é a indústria automóvel que atualmente se depara com a falta de componentes para a construção de veículos.

Em Portugal várias fábricas têm sido obrigadas a parar e a somar à falta de componentes, como chips, existe agora o aumento do valor das matérias-primas nos mercados internacionais.

Num momento em que se espera alguma retoma económica para os países e famílias, Adão Ferreira, secretário-geral da Associação dos Fabricantes para a Indústria Automóvel avisa que comprar um carro hoje significa recebê-lo em 2022.

 

 

O fim da pouca oferta de chips ainda é incerto e Adão Ferreira antecipa uma normalidade, talvez, em 2023.

Até lá, a Associação dos Fabricantes para a Indústria Automóvel antecipa uma realidade próxima aquela que se vive e que obriga as empresas deste setor "a gerirem apenas o dia a dia".

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