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Agência Lusa
05 julho 2022, 05:43
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Detido jovem ligado ao tiroteio nos EUA

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EPA/TANNEN MAURY
Agência Lusa
05 julho 2022, 05:43
Morreram seis pessoas e outras 30 ficaram feridas na sequência do tiroteio nos arredores de Chicago.

A Polícia anunciou a detenção de um jovem com ligação ao tiroteio num desfile do Dia da Independência dos Estados Unidos, nos subúrbios de Chicago, que matou seis pessoas e feriu outras 30.

As forças de segurança de Highland Park disseram que Robert E. Crimo III, de 22 anos, foi colocado sob custódia na segunda-feira à noite, depois de uma caça ao homem que durou várias horas.

O chefe de polícia de Highland Park, Lou Jogmen, disse que um agente perseguiu brevemente Crimo enquanto este conduzia um veículo cerca de oito quilómetros a norte de onde o tiroteio ocorreu, antes de o homem parar e ser detido “sem incidentes”.

A polícia recusou-se a identificar Crimo como um suspeito, referindo-se ao jovem como “uma pessoa de interesse” neste caso.

As autoridades não adiantaram informações sobre o possível motivo do tiroteio.

Um porta-voz da polícia do condado de Lake, Christopher Covelli, disse numa conferência de imprensa que “várias das vítimas mortais” morreram no local, enquanto uma faleceu já no hospital.

Brigham Temple, diretor dos serviços de emergência do hospital NorthShore University Health Centre, que recebeu 26 feridos do tiroteio, disse que pelo menos quatro eram crianças a partir dos oito anos.

"É devastador que uma celebração da América tenha sido destruída pela nossa excecional praga norte-americana", disse o governador do estado de Illinois, J.B. Pritzker, numa conferência.

"Estou furioso porque não tem de ser assim (...) enquanto celebramos o 4 de julho apenas uma vez por ano, os tiroteios em massa tornaram-se uma tradição semanal – sim, semanal – norte-americana", acrescentou.

O Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, mostrou-se “chocado” com o tiroteio, reiterando que não “vai desistir de lutar contra a epidemia da violência armada”.

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